Rodrigo, desde criança, sempre exercitou de alguma forma seus dons paranormais. Daniela, por sua vez, só começou a manifestar a paranormalidade a partir de seu encontro com Rodrigo.
2 - Ela necessitava desse pólo gerador de energia amorosa e positiva para desenvolver suas potencialidades. Agora ambos se dedicam a investigar casos misteriosos...
3 - Como almas gêmeas, Rodrigo e Daniela se comunicam e se completam através de um simples toque de mãos...
4 - Mas o que mais une mesmo as mentes e corações de Rodrigo e Daniela é um profundo sentimento de AMOR...
5 - Rodrigo e Daniela promovem sessões de mentalização e meditação, onde permutam sua energia interior e potencializam seus dons paranormais na solução dos casos.
6 - Acompanhe as instigantes aventuras de Rodrigo e Daniela, repletas de amor, paixão, suspense, mistério, com boa dose de humor, e viva o seu fascinante universo...
EPISÓDIO
PILOTO - resumo do romance que originou a série:
A história de "A
Sétima Profecia" tem início em 1999, na cidade de
São Paulo, Brasil.
O personagem Rodrigo,
um rapaz jovem, simpático, sedutor, dotado de um dom
especial - a percepção extra-sensorial -, ficou
desolado quando seus pais faleceram num acidente.
Sua mãe, ainda no
leito de morte, tentou revelar-lhe um segredo de
família, mas faltaram-lhe forças.
Ela só conseguiu
balbuciar algumas palavras:
“profecias...”, “em Campos”...
Durante
alguns anos, o jovem Rodrigo, então vivendo com seus
tios, procurou de várias maneiras decifrar o enigma que
abrigava aquelas intrigantes palavras, até que um dia,
no inverno de 2001, em julho, às vésperas de completar
dezenove anos, sua intuição levou-o ao chalé da família,
em Campos do Jordão, onde localizou, sob a parede
de madeira do sótão, o material que lhe revelaria o
segredo das “profecias”.
Rodrigo encontrou seis rolos de filmes
caseiros intitulados “primeira profecia”, “segunda
profecia”, e assim por diante, bem como um velho
projetor, uma carta e o diário de sua mãe. Lendo o
diário, Rodrigo tomou conhecimento do segredo guardado
por seus pais durante anos.
Rodrigo encontrou seis rolos de filmes
intitulados “primeira profecia”, “segunda profecia”, e
assim por diante, bem como um velho projetor, uma carta
e o diário de sua mãe.
Lendo o diário, Rodrigo tomou conhecimento do segredo
guardado por seus pais durante anos. Constava que uma
pessoa misteriosa – um homem –, desde o nascimento de
Rodrigo, enviava uma mensagem, gravada em um filme, a
cada três anos, à família do jovem, dizendo que ele (o
remetente) já havia falecido e que retornara à atual
existência na pessoa do rapaz.
O misterioso homem não se identificava, porém alegava
que havia sido o “alter ego” de Rodrigo na existência
passada, tendo, também, assim como o jovem, o dom da
paranormalidade.
Dessa forma, o enigmático homem conseguira descobrir,
ainda em vida, que, ao morrer, retornaria na pessoa de
Rodrigo à atual existência, resolvendo, então, deixar
uma série de mensagens para serem transmitidas ao rapaz,
periodicamente, até ele completar 21 anos.
A essas mensagens, o misterioso homem dava o nome de
“profecias”. Junto com a carta e o diário de sua mãe,
Rodrigo descobriu que já haviam chegado seis “profecias”
e ficou sabendo, também, que os pais ocultaram o segredo
durante aqueles anos para não influenciar seu
desenvolvimento emocional, pretendendo revelar-lhe ao
atingir a maioridade.
A morte de ambos, entretanto, mudaria o rumo dos
acontecimentos.
Começou, então, uma instigante saga
para Rodrigo: descobrir quem era aquele misterioso
homem e saber se chegaria - e qual seria - a “sétima
profecia”. Um tanto abalado pelas revelações, a
pedido de sua tia, Rodrigo procurou o auxílio de um
parapsicólogo, Jonas, que se tornou seu confidente e
conselheiro.
A
partir desse momento, os poderes paranormais de
Rodrigo se revelariam substancialmente. Ansioso por
saber quem enviou as profecias, ou seja, quem era
aquele misterioso personagem que dizia ter sido seu
outro ego, na existência passada, levado por sua
intuição, Rodrigo viajou para as montanhas de Minas
Gerais onde, na mística cidade de São Tomé das
Letras, conheceu aquela que seria sua alma gêmea e
que significaria a chave para ajudá-lo nesse
processo de descobertas – a jovem Daniela.
A convite de Daniela, Rodrigo seguiu, em
companhia de seu inseparável amigo Fábio e uma turma de
jovens das relações de Daniela, para a centenária
fazenda, nas montanhas de Minas Gerais, onde a garota
residia com seu avô, Hugo Marconi, um poderoso
empresário do ramo de joalheria.
A convite de Daniela,
Rodrigo seguiu, em companhia de seu inseparável
amigo Fábio e uma turma de jovens das relações de
Daniela, para a centenária fazenda, nas montanhas de
Minas Gerais, onde a garota residia com seu avô,
Hugo Marconi, um poderoso empresário do ramo de
joalheria.
Desde o momento em que
cruzou o grande portal da fazenda, Rodrigo começou a
ter a sensação de que já conhecia o local. A partir
de então, seus poderes paranormais se aguçaram.
O jovem sentia
estranhas sensações ao cruzar com a figura do
poderoso empresário Hugo Marconi.
Aos poucos, toda uma
saga foi-lhe sendo revelada. A partir de uma velha
fotografia, encontrada nas páginas de um livro da
biblioteca, datada de cerca de 44 anos antes, em
1957, Rodrigo, Fábio e Daniela viram-se envolvidos
numa instigante trama de suspense e mistério.
A fotografia de 1957 mostrava um grupo de
sorridentes jovens da época: o tio-avô de Daniela,
Sandro Del Valle, antigo dono da fazenda, sua irmã
Marília – avó da garota -, o avô Hugo Marconi e mais
três rapazes que ela não conseguira identificar.
Nos dois meses seguintes, entre julho e setembro de
2001, Rodrigo conseguiu, através de seus dons
paranormais e com a ajuda de Fábio, desvendar essa
história do passado – que estava diretamente relacionada
com sua própria existência e com o segredo das
“profecias”.
No passado, em 1957, o tio-avô de
Daniela, Sandro Del Valle, era o proprietário da
fazenda. Hugo Marconi era um jovem advogado, na época,
administrando os interesses de Sandro.
A avó de Daniela, Marília, então, era a jovem noiva de
Rubens, um dos rapazes da foto.
Aos poucos, Rodrigo descobriu que Sandro e Rubens haviam
falecido na mesma época da fotografia, rolando por um
precipício, na fazenda, ou seja, Marília perdera o irmão
e o noivo no mesmo acidente.
Dois anos depois, ela estava casada com Hugo Marconi,
que se tornou o poderoso empresário, agora avô de
Daniela.
Marília transformou-se em uma mulher frágil e, após o
nascimento de sua filha, a mãe de Daniela, ela foi
definhando e acabou sendo internada em uma clínica
psiquiátrica pelo marido Hugo Marconi.
Daniela cresceu ao lado do avô, uma vez que sua mãe
engajara-se numa ONG e vivia pelo mundo praticando
filantropia.
Rodrigo pressentia que o “acidente” com o irmão e o
noivo de Marília, em 1957, fora muito “conveniente” e se
tratava, na verdade, de um crime praticado por Hugo
Marconi para casar-se com a jovem e apoderar-se da
fortuna da família.
Investigando a vida de Hugo Marconi, enquanto desvendava
o terrível crime do passado, o jovem acabou por
descobrir que os outros dois rapazes não-identificados
da foto haviam também morrido em circunstâncias
suspeitas, tempos depois, e que o poderoso empresário,
entre outras atividades ilícitas, comandava um império
de contrabando de pedras brasileiras.
Durante essa fase de
investigações, numa oportunidade, em São Paulo,
Rodrigo e Fábio sofreram um atentado no trânsito,
concluindo que havia sido obra de Hugo Marconi.
O que o empresário não
poderia supor era que sua neta Daniela encontrava-se
no veículo dos rapazes e acabou sendo ferida.
Esse acidente ajudou-a
em seu processo de evolução espiritual. Daniela
tornou-se receptiva à paranormalidade de Rodrigo e
ambos terminaram por desvendar toda a trama do
passado.
Aos poucos, Rodrigo
descobriu que o tio-avô de Daniela, Sandro Del
Valle, era o misterioso personagem que lhe enviava
as “profecias”, alegando ter sido seu outro “eu” na
existência passada. Finalmente, ele concluiu que o
parapsicólogo Jonas se tratava, em verdade, da
personificação espiritual de Rubens, o jovem noivo
de Marília que falecera ao lado de Sandro no
fatídico atentado perpetrado por Hugo Marconi a
ambos, no passado.
Em setembro de 2001,
os jovens e a turma retornaram à fazenda para uma
temporada, durante a Semana da Pátria. Em meio à
fase final das investigações de Rodrigo e Fábio, a
turma de amigos estabelecia interessantes diálogos e
discussões sobre crenças, filosofia, chagas sociais,
etc.
Nas cenas finais,
apoteóticas, o poderoso Hugo Marconi, numa noite
tempestuosa, em meio a raios e trovões, na tentativa
de eliminar Rodrigo, teve um surto obsessivo,
imaginando estar diante de Sandro, e acabou por
despencar pelo mesmo precipício para onde empurrara
os amigos, no passado.
Estas cenas coincidem
com a época dos atentados ao World Trade Center,
episódio com o qual a trama estabelece breve
conexão, uma vez que o pai de Daniela encontrava-se
em viagem, num dos aviões que foram desviados para o
Canadá, impedido de descer no aeroporto americano.
Era setembro de 2001,
época do aniversário de Rodrigo, quando o jovem
completaria 19 anos e então se perguntava se
chegaria a “sétima profecia”.
Os meses se passaram,
sem novidades.
Por volta do Natal,
Rodrigo recebeu uma remessa, um DVD. Colocou-o no
drive do computador e percebeu que se tratava da
“sétima profecia”. Apareceu a figura de Rubens,
falando-lhe diretamente:
–
"Meus queridos, chegou a hora de
vocês conhecerem o restante dos fatos. Após o
acidente de carro, em 1957, Sandro e eu nos tornamos
grandes amigos, então ele passou a me fazer
confidências: contou-me sobre sua transformação
espiritual, a nova personalidade com que renasceria
e também sobre o envio das profecias a você,
Rodrigo. Entretanto, nos últimos dias, antes de
nosso "acidente" fatal, Sandro vivenciaria um
profundo processo de reflexão, chegando à conclusão
de que não devia ter encaminhado as fitas. Não
deveria ter havido, portanto, nem uma, nem sete, nem
mais profecias. Ele concluiu que nenhum homem é
Deus, que não lhe competia interferir no futuro.
Um dia, lá na ermida,
Sandro confidenciou-me a intenção de recolher as
seis fitas já encaminhadas e destruí-las, porém a
mão do destino caiu pesadamente sobre seus planos.
Não houve tempo para recolher os filmes, porque,
nesse ínterim, Sandro passou para a outra dimensão,
sem poder impedir o prosseguimento do processo de
entrega, já então desencadeado. Ao nos encontrarmos,
depois, nessa nova dimensão, foi possibilitado que
ele retornasse, na sua pessoa, Rodrigo, dotado de
percepção extra-sensorial, e que eu permanecesse
como seu mentor, para concluirmos esta missão.
Embora Sandro tivesse concluído que não deveria
interferir no futuro, no destino, essa interferência
o ajudou a solucionar um enigma do passado.
Fica, portanto, por nosso
livre arbítrio, esta mensagem como sétima profecia:
'nenhum homem é Deus, mas todos contêm uma centelha
divina. Você não pode mudar tudo, não é onipotente, mas
pode dar sua contribuição, ainda que ínfima, e ajudar a
transformar o mundo para melhor'.